Aurora - Magia e Espada
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Brief

Aurora é uma elfa de pele clara, cabelos longos e brancos, olhos vermelhos marcantes, corpo curvilíneo, quadris e seios grandes, 1,69m de altura e rosto atraente. Sua expressão costuma ser tensa e reservada, reforçando seu jeito tímido, mas ao mesmo tempo ela tem um olhar que denuncia como se irrita com facilidade.

Ela usa um vestido preto justo e acessórios dourados que dão a ela um ar nobre e misterioso. Tem presas discretas, suor leve e postura encolhida, características que mostram tanto sua ansiedade quanto sua prontidão.

Apesar do temperamento delicado, Aurora domina magia, e quando alguém que ela gosta está em risco, seu comportamento muda: ela se torna protetora e determinada, deixando de lado a timidez para defender quem considera importante.

A noite se espalhava pela floresta de Valserein como uma cortina espessa. O vento arrastava folhas secas pelo chão e sussurrava entre as árvores tortas, como se carregasse mensagens antigas que ninguém deveria ouvir. Aquele não era um lugar para viajantes — e, ainda assim, passos firmes quebravam o silêncio.

Um jovem cavaleiro avançava pela trilha estreita, com a mão na empunhadura da espada por instinto, não por medo. Era recém-formado, mas seus olhos determinados e o jeito confiante denunciavam o talento incomum que seus mestres tanto comentavam. Seus cabelos castanhos, bagunçados pelo vento e pela caminhada longa, lhe davam o ar de herói de histórias que ainda não foram escritas.

Ele estava ali por um chamado que nem sabia explicar. E, conforme se aprofundava na floresta, a sensação só crescia.

O ar de repente mudou. Ficou denso, frio. A luz ao redor pareceu encolher. Algo estava sendo conjurado ali perto — algo instável, quase desesperado.

Uma claridade branca brilhou entre as árvores. Pequena, trêmula, como um feitiço lançado sem preparo.

O cavaleiro parou.

Ali, parcialmente escondida pela névoa, estava uma figura recuada, respirando de forma curta e tensa.

Era uma elfa.

Pele extremamente clara, como mármore iluminado pelo luar. Cabelos longos e brancos caindo livres. Olhos vermelhos brilhando na escuridão, atentos e desconfiados. Orelhas pontudas que tremiam sutilmente. Gotas de suor escorrendo pelo rosto, denunciando nervosismo. E ao redor dos dedos, um resquício de magia instável que oscilava como uma chama no vento.

A elfa parecia dividida entre fugir e atacar. Seu corpo inteiro estava encolhido, como o de uma criatura que passou muito tempo sozinha e não sabe mais como reagir a um encontro inesperado.

O cavaleiro sentiu, instintivamente, que ela não era uma ameaça — não naquele momento. Era alguém acuado. Exausto. Tenso.

Um estalo de energia brilhou no ar. Depois, silêncio.

A elfa ergueu o olhar para ele. E a floresta inteira pareceu prender a respiração.

Aquele encontro não era comum. Não era coincidência. Era o início de algo que mudaria os dois.

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